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A importância do acompanhamento multidisciplinar

Nutricionista

A obesidade é um desvio nutricional que atualmente pode ser considerada um problema de saúde pública e está crescendo exponencialmente no Brasil e no mundo. Dados de 2005, da Organização Mundial da Saúde, 1,6 bilhões de pessoas acima dos 15 anos foram classificadas com sobrepeso e 400 milhões estavam obesas. No Brasil, inquérito recente realizado nas capitais identificou que 43% da população adulta apresenta excesso de peso e 11,4% obesidade. Dentre os diversos tratamentos para a obesidade, a cirurgia bariátrica tem sido muito utilizada por ser eficaz contra o excesso de peso e comorbidades associadas.

Estudos mostram que, além dos benefícios proporcionados por esse tipo de intervenção, a cirurgia bariátrica também pode acarretar complicações, entre elas, deficiências nutricionais e síndrome de dumping. Com o acompanhamento nutricional pré-operatório é possível realizar avaliação e educação nutricional, corrigir possíveis desvios de comportamento alimentar e fornecer cuidados necessários ao paciente em longo prazo, minimizando assim os riscos dessas complicações.

O aconselhamento nutricional no período pré-operatório tem como finalidades promover a perda de peso inicial (em torno de 10%) com intuito de diminuir os riscos cirúrgicos; identificar erros e transtornos alimentares; promover expectativas reais de perda de peso e; preparar o paciente para a alimentação no pós-operatório, tornando-se imprescindível a atuação do nutricionista como membro da equipe multidisciplinar.

O tratamento nutricional deve ser iniciado antes da cirurgia. O tempo de contato entre o paciente e o nutricionista varia de pessoa para pessoa e deve ser suficiente para concretizar o trabalho de esclarecimento das evoluções dietéticas pelas quais o paciente irá passar, principalmente no pós-operatório, evitando assim constrangimentos e complicações posteriores à cirurgia.

O nutricionista que numa equipe de cirurgia bariátrica deve proporcionar ao acidente uma avaliação nutricional pré-operatória, aplicar uma anamnese completa clínica e alimentar, incluindo aspectos nutricionais comportamentais, qualitativos e quantitativos, promover educação adequada assim como os cuidados em longo prazo. Ele é o profissional que entende as consequências na absorção e as necessidades dietéticas do paciente bariátrico. Ajudar os pacientes a entender esses pontos e ensiná-los como evitar problemas nutricionais com dieta e suplementos pode evitar complicações pós operatórias imediatas e tardias.

A avaliação nutricional, com a investigação sobre o que o paciente costuma ingerir é fundamental. Exames de sangue também são importantes para verificar o real estado nutricional. É neste ponto que muitas vezes profissionais são surpreendidos, pois muitos pacientes apresentam-se subnutridos antes de serem submetidos ao procedimento cirúrgico. Pode haver falta de um ou mais micronutrientes. É crucial a reposição desses elementos antes da cirurgia para prevenir complicações futuras que, sim, podem ser previstas e evitadas.

É também por meio da avaliação nutricional detalhada no pré-operatório, que são obtidas informações importantes sobre o estilo de vida, hábitos alimentares e estado nutricional do paciente, que são fundamentais para traçar um perfil alimentar e identificar possíveis transtornos futuros.

As orientações dietéticas têm como objetivo não somente prevenir complicações pós-cirúrgicas, mas também prevenir e minimizar efeitos colaterais, entre eles: vômitos e “dumping”. O “dumping” é uma mal estar súbito que ocorre quando o indivíduo ingere certos alimentos após a cirurgia de bypass gástrico. O “dumping” resulta da passagem rápida de alimentos da bolsa gástrica para o intestino, principalmente alimentos muito concentrados, gordurosos, e doces, como chocolates e cremes. Devido sua alta osmolaridade estes alimentos causam diarreia, taquicardia, suor excessivo, enjoos e vômitos. Pode ocorrer queda da glicemia após 1 a 2 horas por excesso de liberação de insulina pelo pâncreas, o que pode ser chamado de “dumping” tardio.

A perda de peso no pré-operatório é desejável por várias razões. Produz clinicamente importantes melhorias nas doenças associadas à obesidade, o que poderia reduzir consideravelmente as complicações no pós-operatório. Pode também facilitar o procedimento cirúrgico, reduzindo a gordura visceral e o tamanho do fígado. Estudos anteriores sugeriram que o tempo de operação, na técnica bypass gástrico em Y de roux (BPGYR) laparoscópico, pode ser reduzido sensivelmente com uma redução de 5 a 10% do peso no pré-operatório.

A perda de peso no pré-operatório é desejável, porém deverá ser acompanhada por um profissional com experiência em cirurgia bariátrica. Dietas muito rígidas antes da cirurgia, sem a reposição adequada de vitaminas e minerais, podem levar a problemas de cicatrização, por exemplo, aumentando a chance de complicações no pós-operatório.

Pacientes superobesos, os que apresentam IMC acima de 50, podem necessitar de uma perda de peso considerada antes da operação propriamente dita, para redução dos riscos anestésicos e cirúrgicos.

A presença de um nutricionista dentro de uma equipe multidisciplinar é fundamental no acompanhamento de pacientes bariátricos, tanto no período pré quanto no pós-operatório. Todos os aspectos nutricionais, psicológicos, médicos, físicos e fisioterapêuticos são necessários para ajudar o paciente a ter sucesso com o tratamento cirúrgico para obesidade. A cirurgia bariátrica, independente da técnica utilizada, é apenas uma restrição física e, sozinha, não promove uma mudança real e concreta nos hábitos alimentares e comportamentais do paciente. Para isso é necessário um acompanhamento nutricional efetivo intensivo no pré-operatório para este grupo de pacientes.

É importante avaliar cada paciente antes da cirurgia para entender sua característica individual relacionada à alimentação. Trabalhar nesses comportamentos alimentares ou modificá-los antes da cirurgia pode ajudar a melhorar os resultados cirúrgicos. O aconselhamento nutricional no período pré-operatório é realizado para possibilitar o sucesso pós-operatório, promover perda de peso inicial, identificar erros e transtornos alimentares, preparar o paciente para a alimentação no pós-operatório, estimulando uma atitude adequada de sua alimentação e verificar o potencial do paciente para o sucesso da cirurgia. O paciente deverá estar ciente de todos os processos pelos quais passará e estar preparado nutricionalmente para um melhor suporte físico e emocional. Com orientação profissional adequada, é possível proporcionar ao paciente um emagrecimento saudável, sem desnutrição e sustentável em longo prazo.

REFERÊNCIAS

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2. Lottenberg AMP. Tratamento dietético da obesidade. Rev Einstein 2006; 4(1): 23-8.

3. Cabral MD. Tratamento clínico na obesidade mórbida. In: Garrido AB(Org.), Cirurgia da Obesidade. São Paulo: Atheneu; 2002 . p. 35-44.

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5. Garrido Jr AB. O papel da cirurgia no tratamento da obesidade. In: Halpern A, editor. Manual de obesidade para o clínico. São Paulo: Roca; 2002. p. 243-60.

6. Francischi RPP, Pereira LO, Freitas CS, Klopfer M, Santos RC, Vieira P, et al. Obesidade: atualização sobre sua etiologia, morbidade e tratamento. Rev. Nutr. 2000; 13(1): 17-28.

7. Gomes GMB. Cirurgia bariátrica: mudanças no padrão alimentar e na qualidade de vida [dissertação]. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2007.

8. Puglia CR. Indicações para o tratamento operatório da obesidade mórbida. Rev Assoc Med Bras. 2004; 50(2):118.

9. Viggiano CE. Fome e obesidade: o paradigma nutricional. Nutrição Brasil. 2003; 2:67-68.

10. Cambini MPC, Michels G, Marchesini JB. Aspectos nutricionais e de qualidade de vida em pacientes submetidos à cirurgia bariátrica. Rev Bras de Nutr Clin. 2003; 18(1): 8-15.

11. Rafaelli MCF. A integração de uma equipe multidisciplinar e sua interferência nos resultados. In: Simpósio Latino-Americano Da Ifso. Foz do Iguaçu: Anais..., 2005.

12. Ravelli, MN, Merhi VAL, Mônaco DC, Aranha N. Obesidade, cirurgia bariátrica e implicações nutricionais. Revista Brasileira em Promoção da Saúde – RBPS. 2007; 20(4):259-266.

13. Mancini M, Segal, A. Tudo que você precisa saber antes de reduzir seu estômago. São Paulo: Brasiliense, 2007.

14. Bonazzi CL, Valença MCT, Bononi TCS, Navarro F. A intervenção nutricional no pré e no pós-operatório da cirurgia bariátrica. Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento. 2007;1(5): 59-69.

Texto atribuído ao Departamento de Nutrição, Instituto de Ciências da Saúde, Universidade Paulista, Campus Brasília - DF. Baseado em Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) sob o tema “A importância do acompanhamento nutricional de pacientes candidatos à cirurgia bariátrica”, Universidade Paulista, ano de defesa: 2009; 54 Páginas. Não há conflito de interesses.

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Obesidade

A obesidade é uma doença caracterizada pelo excesso de gordura no corpo. Esse acúmulo ocorre quando a oferta de calorias é constantemente maior que o gasto de energia corporal e resulta frequentemente em sérios prejuízos à saúde. Atualmente, atinge 600 milhões de pessoas no mundo e 30 milhões somente no Brasil. Se for incluída a população com sobrepeso, esse número aumenta para 1,9 bilhão de pessoas no mundo e 95 milhões de brasileiros.

Diabetes tipo 2

O QUE É?

É uma doença crônica que afeta a forma como o corpo metaboliza a glicose, nossa principal fonte de energia. A pessoa com esse tipo de diabetes, pode ter uma resistência aos efeitos da insulina ou não produz insulina suficiente para manter um nível de glicose normal.

PRINCIPAIS CAUSAS

Ao contrário das pessoas com diabetes tipo 1, quem tem diabetes tipo 2 produzem insulina, mas o corpo cria resistência. Pode acontecer, também, do paciente com esse tipo de diabetes não produzir insulina suficiente para suprir as demandas do corpo.

PREVENÇÃO

Parte da explicação para a falha no funcionamento do pâncreas está na genética. Mas o gatilho para o diabetes tipo 2 está fortemente associado ao estilo de vida. Maus hábitos alimentares e sedentarismo desencadeiam uma das principais causas da doença, a obesidade. Como o ganho de peso favorece a resistência à insulina, uma das principais medidas para evitar o problema é não permitir a subida do ponteiro da balança.

TRATAMENTO CLÍNICOS

Tudo começa com a recomendação para o diabético manter estilo de vida saudável, com exercícios físicos incluídos. A dieta é componente importante no controle da doença.

Caso as dietas e adoção de estilo saudável não funcionem, o médico pode receitar remédios conhecidos como antidiabéticos orais. Mas muitas vezes, o diabetes tipo 2 evolui a ponto de ser preciso repor a insulina com injeções do hormônio sintético. Nesses casos, o endocrinologista montará o esquema de aplicação e orientará como guardar e transportar o medicamento, bem como cuidados na hora de aplicar.

Nem pense em automedicação. Só o endocrinologista tem condições de avaliar qual tipo de remédio deve entrar para a rotina do diabético, levando em conta idade e a situação da saúde em geral.

DOENÇAS ASSOCIADAS

Algumas delas são:

Cálculo na Vesícula

O QUE É?

É um problema caracterizado por pequenas pedras que se formam na vesícula biliar. Alguns deles se alojam na vesícula biliar e não causam sintomas. Outros ficam presos no duto biliar e bloqueiam o fluxo da bile para o intestino. Essa obstrução provoca cólica que se caracteriza por dor intensa no lado direito superior do abdome ou nas costas.

PRINCIPAIS CAUSAS

Muitas coisas podem alterar a composição da bile e ocasionar na formação de pedra na vesícula. Além da predisposição genética, alguns fatores de risco são:

PREVENÇÃO

Algumas formas de prevenção do cálculo na vesícula consistem em manter uma dieta rica em fibras e com pouca gordura, manter o peso ideal para o seu tipo físico e largar o tabagismo.

TRATAMENTO CLÍNICOS E CIRÚRGICOS

O tratamento é realizado através da cirurgia de remoção da vesícula biliar por laparoscopia. A cirurgia laparoscópica permite ao paciente uma rápida recuperação, retorno precoce às suas atividades habituais, melhor efeito estético e um pós-operatório mais confortável.

DOENÇAS ASSOCIADAS

Algumas doenças associadas podem ser diabetes, obesidade, pressão alta e problemas hormonais.

Hérnia Inguinal

O QUE É?

Consiste no deslocamento para frente de parte do intestino através de uma abertura na parede abdominal na virilha.

PRINCIPAIS CAUSAS

As hérnias acontecem por questões congênitas durante a formação dessa parede, que tem que aguentar forte pressões. Também é preciso considerar os movimentos intestinais e dificuldade para urinar que podem provocar o aumento da pressão abdominal.

PREVENÇÃO

Por ser um problema genético, não há forma de prevenção. O paciente deve levar vida normal e procurar especialista caso sinta dores na região.

TRATAMENTO CLÍNICOS E CIRÚRGICOS

O único método que promove uma cura definitiva é a cirurgia. Usar compressores locais, como cintas elásticas, serve como tratamento paliativo para as hérnias inguinais enquanto o processo cirúrgico está acontecendo.

Hérnia da parede abdominal?

O QUE É?

A hérnia da parede abdominal ocorre quando parte de um órgão (normalmente, alças do intestino delgado) se desloca através de um orifício (chamado de anel herniário) na parede abdominal causando alteração da forma do abdome.

Esta fraqueza pode ocorrer em consequência de um problema congênito ou pode estar associada a condições que deixam a parede abdominal fragilizada e/ou aumentam excessivamente a pressão intra-abdominal como cirurgia prévia, gestação, obesidade, idade avançada etc.

A complicação mais temida das hérnias abdominais é o estrangulamento que ocorre quando o órgão que passa através da hérnia fica “preso” (encarcerado) no anel herniário. Nesta situação não há mais redução do volume mesmo com repouso. Se o encarceramento do órgão foi tão severo a ponto de comprometer o suprimento sanguíneo (passagem do sangue), pode ocorrer necrose do órgão. O estrangulamento representa uma emergência cirúrgica, aumenta significativamente a complexidade da cirurgia e complicações pós-operatórias.

PRINCIPAIS CAUSAS:

PRINCIPAIS SINTOMAS

Fonte: Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal

Refluxo Gastroesofágico

O QUE É?

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) caracteriza-se pelo retorno involuntário e repetitivo do conteúdo gástrico para o esôfago.

PRINCIPAIS CAUSAS

As principais causas são as alterações no esfíncter que deveria impedir o retorno dos alimentos, hérnia de hiato e fragilidade das estruturas musculares existentes na região.

PREVENÇÃO

Não há prevenção para a doença do refluxo gastroesofágico, mas algumas atitudes diárias podem ser tomadas para evitá-lo:

TRATAMENTO CLÍNICOS E CIRÚRGICOS

Uma das formas de tratamento pode ser com administração de remédios que diminuem a produção de ácido pelo estômago somado a atitudes diárias como perder peso, evitar consumir certos tipos de alimentos.

Outra opção, em casos de hérnia de hiato, é a cirurgia convencional ou por laparoscopia.

DOENÇAS ASSOCIADAS

Algumas doenças associadas ao Refluxo gastroesofágico são a obesidades e o diabetes.

Cirurgia da Obesidade

A cirurgia bariátrica e metabólica – também conhecida como cirurgia da obesidade, ou, popularmente, redução de estômago – reúne técnicas com respaldo científico destinadas ao tratamento da obesidade e das doenças associadas ao excesso de gordura corporal ou agravadas por ele. O conceito metabólico foi incorporado há cerca de seis anos pela importância que a cirurgia adquiriu no tratamento de doenças causadas, agravadas ou cujo tratamento/controle é dificultado pelo excesso de peso ou facilitado pela perda de peso – como o diabetes e a hipertensão –, também chamadas de comorbidades.

Cirurgia do Aparelho Digestivo

Existe uma grande lista de patologias que podem ser diagnosticadas e tratadas por um médico da área de Cirurgia do Aparelho Digestivo, mas entre as mais conhecidas estão as gastrites, úlceras, colites, pancreatites e esofagites. Pacientes com problemas ou transtornos de digestão também podem pedir orientação médica desses profissionais.

Médicos dessa especialidade também podem avaliar e indicar cirurgias quando necessário. Entre elas estão as cirurgias para retirada de vesícula e tratamentos de hérnias umbilicais, epigástricas e inguinais.

Cirurgia Metabólica

Define-se então cirurgia metabólica como qualquer intervenção do tubo digestivo, que tem como finalidade o controle do diabetes do tipo 2, com ou sem medicação através de mecanismos independentes da perda de peso, e também secundariamente por perda de peso.

Cirurgia do Aparelho Digestivo

Define-se então cirurgia metabólica como qualquer intervenção do tubo digestivo, que tem como finalidade o controle do diabetes do tipo 2, com ou sem medicação através de mecanismos independentes da perda de peso, e também secundariamente por perda de peso.

Cirurgia do Aparelho Digestivo

Define-se então cirurgia metabólica como qualquer intervenção do tubo digestivo, que tem como finalidade o controle do diabetes do tipo 2, com ou sem medicação através de mecanismos independentes da perda de peso, e também secundariamente por perda de peso.

Dr. Hiroji Okano Jr

Cirurgia do Aparelho Digestivo

CRM DF 12940

Dra. Juline Monteiro Marinho

Cirurgia Geral

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Dr. Maurílio Rodrigues Ribeiro Jr

Cirurgia Geral

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Dr. Rodrigo Oliveira Fernandes

Cirurgia Geral

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