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6 Razões para não ter medo da cirurgia bariátrica

É natural ter medo de cirurgias, anestesias ou alterações físicas ocasionadas por qualquer procedimento médico. Mas antes de deixar esses medos impedi-lo de fazer a cirurgia bariátrica, confira nosso post para entender melhor os fatos. Vamos lá?

  1. OS RISCOS DA CIRURGIA BARIÁTRICA SÃO NORMAIS

Este é um medo comum. Afinal, a cirurgia bariátrica é uma grande e importante cirurgia realizada enquanto você está sob anestesia geral. Complicações podem ocorrer, mas tenha em mente que você vai ter uma equipe de profissionais qualificados junto de você prontos a realizarem o melhor trabalho possível.

  1. A TECNOLOGIA É UMA ALIADA

Avanços nas técnicas de realização da cirurgia bariátrica reduziram significativamente o risco de mortalidade operatória, especialmente quando a cirurgia é realizada por laparoscopia.

Durante a última década, os resultados dos pacientes de anestesia geral têm melhorado significativamente, de modo que a taxa de mortalidade é baixa. A tecnologia aplicada em monitoramento durante as cirurgias é um excelente benefício à saúde dos pacientes.

  1. AS MUDANÇAS FÍSICAS VALEM A PENA APESAR DO MEDO DE CIRURGIA

Para pessoas que passaram anos vivendo com obesidade mórbida, a cirurgia bariátrica soa como um salva-vidas. Mas, algumas pessoas estão preocupadas somente em mudar seu corpo, o que também é compreensível. O seu cirurgião irá reduzir o tamanho de seu estômago para que você seja capaz de estar satisfeito com menos comida e, dependendo do procedimento, absorver menos calorias e nutrientes.

As mudanças físicas adquiridas e a melhora na qualidade de vida valem a pena sob qualquer medo de cirurgia que possa existir.

  1. A CIRURGIA BARIÁTRICA TRAZ BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE

Para muitas pessoas que vivem com obesidade há anos, a doença acarreta em um impacto negativo grave na qualidade de vida. Por causa da obesidade mórbida, você acaba optando por não participar de certas atividades e ainda pode sentir que você tem escolhas limitadas de carreira profissional.

A obesidade mórbida tem sido associada a várias doenças graves e potencialmente fatais. Essas condições incluem doenças cardíacas, pressão arterial elevada, refluxo ácido e câncer. A cirurgia bariátrica pode oferecer-lhe uma perspectiva totalmente nova sobre a saúde: o bypass gástrico reduziu o número total de condições co-mórbidas dos pacientes participantes em 96%. Além disso, muitos cirurgiões recomendam a cirurgia bariátrica como uma opção de tratamento para diabetes tipo 2. Em alguns casos, a resolução desta doença ocorreu dentro de dias após a cirurgia.

  1. É UMA OPÇÃO DE TRATAMENTO COMPROVADA

Vários estudos clínicos sobre a cirurgia bariátrica mostram que pacientes operados tiveram considerável melhora na expectativa de vida. Descobriram ainda que a submissão ao procedimento reduziu a mortalidade em pacientes de 89% para 29% quando se comparado a um grupo de pessoas que vivem com obesidade mórbida e que não tiveram a cirurgia.

  1. TRAZ BENEFÍCIOS ADICIONAIS PARA A SAÚDE

Também conhecida como síndrome X, a síndrome metabólica é um conjunto de fatores de risco, incluindo a hipertensão arterial, açúcar elevado no sangue, aumento de níveis de colesterol insalubres e obesidade abdominal. As pessoas com síndrome metabólica estão em risco de desenvolver:

Doenças do coração, incluindo o endurecimento das artérias, o que pode levar a ataques cardíacos e acidente vascular cerebral;

Diabetes que pode levar à insuficiência renal, amputação de pés e cegueira.

80% dos pacientes com bypass gástrico constatam a resolução completa da síndrome metabólica após a cirurgia.

Fonte: pt-br.facebook.com/sbcbm

www.sbcbm.org.br


Para que não reste nenhuma dúvida sobre a cirurgia bariátrica, confira, nos vídeos abaixo, a explicação do Dr. Maurílio Rodrigues sobre o que é e para quem a cirurgia é indicada.


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Obesidade

A obesidade é uma doença caracterizada pelo excesso de gordura no corpo. Esse acúmulo ocorre quando a oferta de calorias é constantemente maior que o gasto de energia corporal e resulta frequentemente em sérios prejuízos à saúde. Atualmente, atinge 600 milhões de pessoas no mundo e 30 milhões somente no Brasil. Se for incluída a população com sobrepeso, esse número aumenta para 1,9 bilhão de pessoas no mundo e 95 milhões de brasileiros.

Diabetes tipo 2

O QUE É?

É uma doença crônica que afeta a forma como o corpo metaboliza a glicose, nossa principal fonte de energia. A pessoa com esse tipo de diabetes, pode ter uma resistência aos efeitos da insulina ou não produz insulina suficiente para manter um nível de glicose normal.

PRINCIPAIS CAUSAS

Ao contrário das pessoas com diabetes tipo 1, quem tem diabetes tipo 2 produzem insulina, mas o corpo cria resistência. Pode acontecer, também, do paciente com esse tipo de diabetes não produzir insulina suficiente para suprir as demandas do corpo.

PREVENÇÃO

Parte da explicação para a falha no funcionamento do pâncreas está na genética. Mas o gatilho para o diabetes tipo 2 está fortemente associado ao estilo de vida. Maus hábitos alimentares e sedentarismo desencadeiam uma das principais causas da doença, a obesidade. Como o ganho de peso favorece a resistência à insulina, uma das principais medidas para evitar o problema é não permitir a subida do ponteiro da balança.

TRATAMENTO CLÍNICOS

Tudo começa com a recomendação para o diabético manter estilo de vida saudável, com exercícios físicos incluídos. A dieta é componente importante no controle da doença.

Caso as dietas e adoção de estilo saudável não funcionem, o médico pode receitar remédios conhecidos como antidiabéticos orais. Mas muitas vezes, o diabetes tipo 2 evolui a ponto de ser preciso repor a insulina com injeções do hormônio sintético. Nesses casos, o endocrinologista montará o esquema de aplicação e orientará como guardar e transportar o medicamento, bem como cuidados na hora de aplicar.

Nem pense em automedicação. Só o endocrinologista tem condições de avaliar qual tipo de remédio deve entrar para a rotina do diabético, levando em conta idade e a situação da saúde em geral.

DOENÇAS ASSOCIADAS

Algumas delas são:

Cálculo na Vesícula

O QUE É?

É um problema caracterizado por pequenas pedras que se formam na vesícula biliar. Alguns deles se alojam na vesícula biliar e não causam sintomas. Outros ficam presos no duto biliar e bloqueiam o fluxo da bile para o intestino. Essa obstrução provoca cólica que se caracteriza por dor intensa no lado direito superior do abdome ou nas costas.

PRINCIPAIS CAUSAS

Muitas coisas podem alterar a composição da bile e ocasionar na formação de pedra na vesícula. Além da predisposição genética, alguns fatores de risco são:

PREVENÇÃO

Algumas formas de prevenção do cálculo na vesícula consistem em manter uma dieta rica em fibras e com pouca gordura, manter o peso ideal para o seu tipo físico e largar o tabagismo.

TRATAMENTO CLÍNICOS E CIRÚRGICOS

O tratamento é realizado através da cirurgia de remoção da vesícula biliar por laparoscopia. A cirurgia laparoscópica permite ao paciente uma rápida recuperação, retorno precoce às suas atividades habituais, melhor efeito estético e um pós-operatório mais confortável.

DOENÇAS ASSOCIADAS

Algumas doenças associadas podem ser diabetes, obesidade, pressão alta e problemas hormonais.

Hérnia Inguinal

O QUE É?

Consiste no deslocamento para frente de parte do intestino através de uma abertura na parede abdominal na virilha.

PRINCIPAIS CAUSAS

As hérnias acontecem por questões congênitas durante a formação dessa parede, que tem que aguentar forte pressões. Também é preciso considerar os movimentos intestinais e dificuldade para urinar que podem provocar o aumento da pressão abdominal.

PREVENÇÃO

Por ser um problema genético, não há forma de prevenção. O paciente deve levar vida normal e procurar especialista caso sinta dores na região.

TRATAMENTO CLÍNICOS E CIRÚRGICOS

O único método que promove uma cura definitiva é a cirurgia. Usar compressores locais, como cintas elásticas, serve como tratamento paliativo para as hérnias inguinais enquanto o processo cirúrgico está acontecendo.

Hérnia da parede abdominal?

O QUE É?

A hérnia da parede abdominal ocorre quando parte de um órgão (normalmente, alças do intestino delgado) se desloca através de um orifício (chamado de anel herniário) na parede abdominal causando alteração da forma do abdome.

Esta fraqueza pode ocorrer em consequência de um problema congênito ou pode estar associada a condições que deixam a parede abdominal fragilizada e/ou aumentam excessivamente a pressão intra-abdominal como cirurgia prévia, gestação, obesidade, idade avançada etc.

A complicação mais temida das hérnias abdominais é o estrangulamento que ocorre quando o órgão que passa através da hérnia fica “preso” (encarcerado) no anel herniário. Nesta situação não há mais redução do volume mesmo com repouso. Se o encarceramento do órgão foi tão severo a ponto de comprometer o suprimento sanguíneo (passagem do sangue), pode ocorrer necrose do órgão. O estrangulamento representa uma emergência cirúrgica, aumenta significativamente a complexidade da cirurgia e complicações pós-operatórias.

PRINCIPAIS CAUSAS:

PRINCIPAIS SINTOMAS

Fonte: Sociedade Brasileira de Hérnia e Parede Abdominal

Refluxo Gastroesofágico

O QUE É?

A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) caracteriza-se pelo retorno involuntário e repetitivo do conteúdo gástrico para o esôfago.

PRINCIPAIS CAUSAS

As principais causas são as alterações no esfíncter que deveria impedir o retorno dos alimentos, hérnia de hiato e fragilidade das estruturas musculares existentes na região.

PREVENÇÃO

Não há prevenção para a doença do refluxo gastroesofágico, mas algumas atitudes diárias podem ser tomadas para evitá-lo:

TRATAMENTO CLÍNICOS E CIRÚRGICOS

Uma das formas de tratamento pode ser com administração de remédios que diminuem a produção de ácido pelo estômago somado a atitudes diárias como perder peso, evitar consumir certos tipos de alimentos.

Outra opção, em casos de hérnia de hiato, é a cirurgia convencional ou por laparoscopia.

DOENÇAS ASSOCIADAS

Algumas doenças associadas ao Refluxo gastroesofágico são a obesidades e o diabetes.

Cirurgia da Obesidade

A cirurgia bariátrica e metabólica – também conhecida como cirurgia da obesidade, ou, popularmente, redução de estômago – reúne técnicas com respaldo científico destinadas ao tratamento da obesidade e das doenças associadas ao excesso de gordura corporal ou agravadas por ele. O conceito metabólico foi incorporado há cerca de seis anos pela importância que a cirurgia adquiriu no tratamento de doenças causadas, agravadas ou cujo tratamento/controle é dificultado pelo excesso de peso ou facilitado pela perda de peso – como o diabetes e a hipertensão –, também chamadas de comorbidades.

Cirurgia do Aparelho Digestivo

Existe uma grande lista de patologias que podem ser diagnosticadas e tratadas por um médico da área de Cirurgia do Aparelho Digestivo, mas entre as mais conhecidas estão as gastrites, úlceras, colites, pancreatites e esofagites. Pacientes com problemas ou transtornos de digestão também podem pedir orientação médica desses profissionais.

Médicos dessa especialidade também podem avaliar e indicar cirurgias quando necessário. Entre elas estão as cirurgias para retirada de vesícula e tratamentos de hérnias umbilicais, epigástricas e inguinais.

Cirurgia Metabólica

Define-se então cirurgia metabólica como qualquer intervenção do tubo digestivo, que tem como finalidade o controle do diabetes do tipo 2, com ou sem medicação através de mecanismos independentes da perda de peso, e também secundariamente por perda de peso.

Cirurgia do Aparelho Digestivo

Define-se então cirurgia metabólica como qualquer intervenção do tubo digestivo, que tem como finalidade o controle do diabetes do tipo 2, com ou sem medicação através de mecanismos independentes da perda de peso, e também secundariamente por perda de peso.

Cirurgia do Aparelho Digestivo

Define-se então cirurgia metabólica como qualquer intervenção do tubo digestivo, que tem como finalidade o controle do diabetes do tipo 2, com ou sem medicação através de mecanismos independentes da perda de peso, e também secundariamente por perda de peso.

Dr. Hiroji Okano Jr

Cirurgia do Aparelho Digestivo

CRM DF 12940

Dra. Juline Monteiro Marinho

Cirurgia Geral

CRM DF 14754

Dr. Maurílio Rodrigues Ribeiro Jr

Cirurgia Geral

CRM DF 9121

Dr. Rodrigo Oliveira Fernandes

Cirurgia Geral

CRM DF 10365

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